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Com a chegada das festas de fim de ano, colocamos uma das possíveis hipóteses da criação do vinho. Além disso, mostramos alguns benefícios do consumo da uva. 

Lá na pré-história, antepassados nossos chuparam umas uvas e, no côncavo de uma pedra, deixaram as cascas, que fermentaram na água da chuva. Alguém bebeu daquilo e, contente com a sensação, tratou de fazer mais. Eis uma hipótese para a descoberta do vinho. Diz o Gênesis que Noé era chegado na bebida que o poeta espanhol quinhentista Espinel louvou: “O vinho dá força ao coração. Dá calor ao rosto. Tira a melancolia. Alivia o caminho. Dá coragem ao mais covarde. Faz esquecer todos os pesares”.

Gregos adoravam Dionísio, deus do vinho – Baco para os romanos-, celebrado em festanças que duravam dias. Com os legionários romanos, a videira chegou à Gália, futura França, pátria do vinho – referência mundial graças à diversidade de climas e solos, mais as técnicas aperfeiçoadas através dos séculos. Mas não reina mais sozinha. Há bons vinhos por toda parte. Até na nossa caatinga. Com clima quente e seco, três mil horas de sol por ano, lá se produzem vinhos frutados, leves, exportados para Europa, Estados Unidos e Japão. Quem diria?

 

A uva é considerada a fruta da longa vida. Tem vitaminas A, B e C; cálcio, ferro, fósforo, magnésio, sódio. É energética, desintoxicante, laxante, diurética, antiinflamatória, reconstituinte. Graças aos sais de potássio, que eliminam substâncias inúteis como o ácido úrico, melhora reumatismo, gota, artrite. Indicada para anemia, má digestão, bronquite, febres, hepatite, tuberculose, depressão. Estimula as funções cardíacas. Baixa a pressão. Regenera as células. Equilibra a taxa de colesterol. Previne câncer. Antioxidante, traz longevidade.

 Fonte: Brasil, Almanaque de Cultura Popular.

Data de publicação: 24/12/2008

 

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