As vitaminas funcionam como elos essenciais que ajudam a regular a cadeia de reações metabólicas que facilitam a liberação da energia contida nas moléculas de alimentos. Elas também ajudam a controlar a construção da massa muscular.

Como as vitaminas ingeridas podem ser usadas repetidamente nas reações metabólicas, as necessidades vitamínicas dos atletas em geral não são maiores que as necessidades das pessoas sedentárias.

As pessoas que tomam vitaminas ou outros suplementos nutricionais podem não estar atentas aos “níveis máximos de ingestão” e, como conseqüência, acabar consumindo uma quantidade excessiva de determinados nutrientes.

Pesquisa realizada no Canadá mostra que os níveis máximos toleráveis para adultos – taxas acima das quais o uso regular aumenta o risco de efeitos colaterais – de niacina, ou vitamina B3, foram excedidos por aproximadamente metade dos usuários de suplementos.

O trabalho que foi realizado na Universidade McGill,e m Quebec, e investigou os alimentos e suplementos nutricionais consumidos por 1.530 adultos canadenses com idade entre 19 e 65 anos nas 24 horas anteriores à entrevista. Os especialistas também registraram os tipos de suplementos ingeridos, os nomes comerciais e as doses em que foram tomados.

“Embora os suplementos aumentem a ingestão de alguns nutrientes, nosso estudo e outros trabalhos anteriores mostraram que esses complementos também apresentam quantidades excessivas de determinadas substâncias em relação à necessidade diária”, afirmaram os pesquisadores canadenses. Mais especificamente, os especialistas constataram ingestão excessiva de niacina, vitamina A e vitamina B6.

Oito mulheres consumiam níveis de vitamina A capazes de causar danos hepáticos e de provocar malformações congênitas no feto, caso estivessem grávidas, indicou o estudo. Além disso, 17 participantes tomavam vitamina B6 em níveis “relacionados à ocorrência de danos neurológicos irreversíveis”, observaram os autores do trabalho.

“Os sintomas provocados por suplementos aparentemente seguros podem passar despercebidos, pois os consumidores não relacionam os problemas de saúde à ingestão dos produtos e não comentam o assunto quando procuram tratamento”, acrescentaram os pesquisadores.

A laranja e o pulmão – numa pesquisa publicada no American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine e realizada na Inglaterra, aponta que o consumo diário de uma laranja pode ajudar a prevenir doenças pulmonares.

No estudo, os cientistas confirmaram que as pessoas que ingerem níveis mais elevados de vitamina C e de magnésio apresentam propensão maior a ter pulmões mais saudáveis. A pesquisa mostra ainda, pela primeira vez, que as pessoas que consomem quantidades maiores da vitamina sofrem menor declínio da função pulmonar ao longo do tempo.

Ao diminuir a queda da função dos pulmões com o passar do tempo, uma dieta contendo muitos alimentos ricos em vitamina C pode reduzir a probabilidade de desenvolvimento de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).

Diversas evidências indicam que a vitamina C e outras vitaminas e minerais antioxidantes podem estar associados à asma e à DPOC – grupo de doenças que inclui a bronquite e o enfisema pulmonar. No entanto, não se sabe ao certo como os antioxidantes mantêm os pulmões saudáveis, embora eles sejam conhecidos por neutralizar compostos que danificam o DNA, os chamados radicais livres, que contribuem para o envelhecimento e o aparecimento de doenças.

A maçã como prevenção de câncer e doença cardíaca – comer uma maçã ou uma laranja extra todos os dias pode reduzir significantemente o risco de morrer precocemente por causa de câncer e de doença cardíaca, informaram pesquisadores britânicos.

Um grupo de cientistas do Cancer Research da Grã-Bretanha afirmou que as pessoas com idade entre 45 e 79 anos que apresentam quantidades elevadas de vitamina C no sangue correm a metade do risco de morrer por qualquer enfermidade, em comparação com aquelas que têm níveis baixo do nutriente na corrente sanguínea.

Kay-Tee Khaw, pesquisadora chefe da Universidade Cambridge, disse que mesmo um pequeno aumento no consumo de vitamina C – o equivalente à ingestão de 50 gramas de frutas ou legumes diariamente – está associado à redução de 20% na probabilidade de uma pessoa morrer vítima de qualquer doença. Durante o estudo, observou-se que a probabilidade de morrer por causa de doença cardíaca foi 30% mais baixa, e o risco de morrer de câncer, 15% menor. “As descobertas indicam que aumentos modestos no consumo de frutas e de legumes, apenas uma ou duas porções diárias a mais, podem estar ligados a grandes benefícios para a saúde”, ressaltou a pesquisadora.

Khaw afirmou que avaliou os níveis de vitamina C por serem bons indicadores do consumo de frutas e legumes. Ainda não se sabe, no entanto, se o consumo de suplementos vitamínicos também produz o mesmo efeito protetor. De acordo com a pesquisadora, as frutas e os legumes podem prevenir o surgimento do câncer de muitas maneiras, por exemplo, pelo bloqueio da formação de substâncias químicas cancerígenas e pela ativação de enzimas desintoxicadoras.

Fonte: Sabin – novidades.
Data de publicação: 01/10/2009

 

1 Comentário para Conheça os efeitos e as vantagens das vitaminas

  1. franciney disse:

    meu amo eu te amo muito.

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